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domingo, 11 de setembro de 2011

Você crê?



Música: Confia em Mim. - Vida Reluz

" Tecnologicamente, sabemos que Deus nos dá graças atuais para solucionarmos problemas atuais; mas não nos dá graças atuais para solucionarmos preocupações futuras forjadas por uma imaginação desenfreada desprovida de fé."

(Dom Rafael Lhano Cifuentes)
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Deus, na sua infinita Misericórdia,
ainda nos consola apesar da nossa falta de fé e de toda descrença.
Ele não nos abandona, Ele nos acolhe em seus braços e diz: "Filho meu, por que não crês que eu estou contigo, que eu te levo em meus braços e cuido de tudo? Por que não crês que eu estou à frente desse seu problema, tão importante para você e não menos para mim? Por que duvidas tanto das minhas palavras e sinais de que sou Eu que atuo e faço em sua vida??? Ah..se soubesses o tamanho do meu amor por ti, não duvidarias jamais... Basta crer e só o Meu amor te basta!!!"
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"Vem que a tempestade já não pode te abalar
A segurança em meu barco encontrarás
Confia em mim o meu amor te abrigará
Sei que angustiado o coração se endureceu
mas eu entendo tudo o que te aconteceu
Ainda é tempo de voltar para o teu Deus
Não tenhas medo pois eu estou aqui é o teu Senhor quem diz
Quero guiar os passos teus
Vem entrega-te então farei morada em teu coração
E quando anoitecer cansado eu te encontrar
No silêncio teu eu irei te consolar
Nos braços meus descansarás
Forças te darei
Forças te darei"


Vida Reluz - "Confia em Mim"

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A vontade de Deus e a humana


Imagem de Destaque

A vontade de Deus e a humana

Muitos cristãos, decepcionados, se revoltam contra Deus

Jesus afirmou: “Não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 5,30). Aliás, na Agonia no Horto das Oliveiras, Ele assim orou: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; contudo, não se faça como que quero, mas como tu queres” (Mt 16, 39). Deixou magnífico exemplo para Seus seguidores. Santo Agostinho, sabiamente, ensinou que “a vontade é a potência pela qual se erra e se vive com retidão”. Daí a necessidade da atenção para com essa faculdade da alma que pode ser prejudicada pela indecisão ou falta de resolução firme para aderir às inspirações divinas.

Todo progresso espiritual consiste em desejar firmemente seguir os ditames celestes. A egolatria pode sutilmente levar o cristão a não querer se sujeitar à voz de sua consciência. Daí a necessidade da maleabilidade nas mãos do Divino Espírito Santo, para que todas as intenções sejam verdadeiramente retas e não meros caprichos humanos. Eis porque advertia São Paulo aos Filipenses sobre aqueles que buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo (cf. Fl 2,21). Donde ser preciso solicitar sempre a graça da constância para que se fuja da precipitação, da volubilidade, não sendo nunca o discípulo de Cristo irresoluto e instável, conforme advertiu de São Tiago (cf. Tg 1,8).

Para isso mister se faz equilibrar o coração com a inteligência. Estando esta iluminada, cabe à vontade executar com sumo amor e total disposição o que deve ser realizado em cada momento. Aliás, a finalidade última de toda oração deve a total conformidade com os desígnios do Ser Supremo.

Esta imolação da vontade própria é sumamente agradável a Deus. Tudo depende do domínio de si mesmo, o qual torna o cristão imune aos desvios que impedem sua adesão ao bem a ser praticado. Nunca se pode esquecer que a fidelidade, mesmo nas pequenas atitudes, cerra a porta a quase todos os males das potências superiores da alma, pois treina a vontade para o total autodomínio, levando a uma tranquilidade absoluta no falar e no agir, graças ao valor das virtudes internas do espírito. Chega-se então àquela moderação de que fala São Paulo a Timóteo, levando cada um “uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e decoro” (1Tm 2,2). É que aceitar a vontade de Deus em todas as circunstâncias, durante todo o dia, é uma grande prova de amor. 

Convém, porém, notar que, sendo Deus luz e amor, Ele se comunica com a pessoa humana de vários modos. São João da Cruz, sem querer, evidentemente, fazer um jogo de palavras diz que “às vezes percebe-se mais conhecimento do que amor; outras, mais amor do que inteligência ..., ou só conhecimento e nada de amor ..., ou só amor sem nenhuma informação do Espírito Santo”. O que vale, contudo, na prática, é a reta intenção de fazer o que Ele quer e não o que cada um desejaria fazer. É que um ato de vontade constante, feito com total dileção para com Deus, vale muito mais do que os grandes heroísmos passageiros, esporádicos. É desse modo que a vontade humana vai se tornando livre e generosa, como era a de Cristo, o qual pode dizer ser Seu alimento fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4,34). É lógico que esta conformidade absoluta com os desígnios de Deus leva o cristão a suportar com paciência todas as incongruências de uma passagem por este "vale de lágrimas" como é o presente exílio nesta terra. Estas provações então purificam o coração como o ouro no crisol.

Quantos cristãos, infelizmente, quando Deus permite qualquer desgosto, por pequenino que este seja, chegam até a se revoltar contra Ele. Ainda bem que o Onipotente é paciente, pois poderia punir imediatamente estes insurgentes. Por tudo isso, o acatamento de tudo que Deus permite se torna fonte maravilhosa de merecimentos. A dependência filial em todas as circunstâncias da vida, este abandono amoroso nas mãos da Divina Providência, este oferecimento habitual nas dificuldades que surgem, esta paciência inalterável atraem o beneplácito do Todo-Poderoso Senhor. É quando o cristão deve se lembrar das palavras de São Paulo aos Coríntios: “Realmente, o leve peso de nossa tribulação no momento presente, prepara-nos, além de toda e qualquer medida, um peso eterno de glória; não que nós olhemos as coisas visíveis, mas para as invisíveis; é que as coisas visíveis são transitórias, ao passo que as invisíveis são eternas” (I Cor 5,417-18). Além do mais, a imperturbabilidade é o venturoso resultado da aceitação de tudo como vindo da mão de Deus. Tudo é, deste modo, contemplado pelo prisma da Divina Sabedoria.

É dessa maneira que o querer humano vai se transformando no querer divino. Pensar, desejar, aspirar, sentir em tudo conforme a adorável Vontade Divina deve ser sempre o grande intuito do verdadeiro imitador de Jesus Cristo.
Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho
Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos
23/08/2011 - 00h00

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=12465

quarta-feira, 22 de junho de 2011

É na fraqueza que somos fortes

"Muitas vezes, surgem em nosso coração desejos nobres, e nós ficamos desconfiados e achamos que são meros sonhos irrealizáveis. No entanto, devemos tomar consciência de que quem no-los inspira é Deus; eles não vêm de nós mesmos, por isso precisamos ficar atentos e buscar no Senhor os meios para realizá-los. Seguramente, o Senhor vai nos indicar o caminho e nos oferecer os meios próprios para isso; a nossa parte é corresponder à graça d’Ele.


“Basta-te a minha graça. Pois é na fraqueza que a força se manifesta” (II Cor 12,9).


Santa Teresinha do Menino Jesus aspirava ser santa, mas quando olhava para a sua pobreza, para suas fragilidades e fraquezas, via que, com as próprias forças, isso seria impossível, como ela nos descreve em sua autobiografia: “Sempre desejei ser uma santa, porém, infelizmente, constatei, quando me comparei com os santos, que entre eles e mim existe a mesma diferença que existe entre uma montanha, cujo topo se perde no céu e o grão de areia pisoteado pelos passantes. Em vez de desanimar-me disse a mim mesma: ‘O bom Deus não pode inspirar desejos irrealizáveis, por isso posso, apesar de minha pequenez, aspirar à santidade’” (Santa Teresinha do Menino Jesus).
Jesus, eu confio em Vós!"
fonte: Mensagem do dia 22 de junho de 2011, por Luzia Santiago - CN - disponível em: http://luziasantiago.com/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Contradição


Porque é quando sou fraco é que sou forte...porque é nEle que eu me fortaleço.


Como me tornar menos frágil?

É provável que seu modo de pensar precise passar por uma reforma!

Forte é quem sabe parar para medir forças e não segue de qualquer jeito com a falsa ideia de que tudo está sempre sob controle. Coragem tem quem sabe pedir ajuda, repartir novas metas e pedir orientação a quem sabe e pode – junto – enxergar mais longe.

Forte é quem sabe dizer 'não sei', 'espere um pouco', 'assim que eu puder', 'mais tarde respondo', e não anda por aí com ares de quem sabe tudo, à mercê de um modo de viver que quer tudo rápido demais.

Coragem tem quem sabe se sentar sob a sombra de uma árvore só para dizer 'obrigado' a quem criou esta história toda e consegue, dessa forma, fugir desta força medonha que diz que é vagabundo quem para a fim de respirar.

Forte é quem sabe pedir socorro sem se deixar levar pela obrigação de dizer que está tudo bem e que deu tudo certo!

Saber parar é a arte de quem domina a si mesmo! É por isso que a Bíblia diz que mais vale um homem que domina a si mesmo do que aquele que conquista uma cidade!

Melhorou o ponto de vista?


texto de Ricardo Sá - Canção Nova - Disponível em: